Lunna LeBlanc fala sobre empoderamento feminino e revela que já sentiu tesão ficando com mulheres

Idade: 23 anos

Twitter: @lunnaleblanc 

Instagram: @lunna.leblanc

Paradise Girl: @lunnaleblanc

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Com mais de 20 mil seguidores nas redes sociais, Lunna LeBlanc (antiga Norah Cartier) é famosa por sua simpatia, criatividade e beleza, e a cada dia continua ganhando mais destaque no mundo das acompanhantes de luxo. 

Hoje a acompanhante de Floripa conta para o Paradise Girl detalhes da profissão, como começou e quais são seus planos para o futuro. 

Confira!   

Lunna, quem te inspirou no nome anterior, “Norah Cartier”? 

Eu me inspirei na Norah Jones na hora de escolher meu nome. 

Sempre gostei de nomes fortes e curtos. Norah foi um dos nomes que mais me chamou a atenção. Eu posso dizer que o significado dele tem tudo a ver comigo, pois sou comunicativa, criativa, expansiva e social. Esses são meus pontos fortes. 

Seus ensaios são muito bem produzidos. Quem é o seu fotógrafo favorito? 

Eu adoro a arte de ser criativa e de mexer com a imaginação das pessoas, por isso, sempre procuro dar o máximo de mim na produção. 

Eu tenho dois fotógrafos que gosto muito, o Samuel Melim e a Mari Araujo, ambos de São Paulo. Para mim são os melhores. 

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Lunna, como você cresceu tanto em pouco tempo? 

Bom, eu sou uma pessoa muito curiosa, gosto de ler sobre o assunto e converso muito com amigas que possuem mais experiências que eu. Sempre estou me atualizando em assuntos referentes ao meu trabalho. 

E você tem formação? 

Eu cursava direito e parei no sétimo período. Mas pretendo retornar e concluir assim que a pandemia acabar e as coisas voltarem ao normal. 

Como foi o seu primeiro programa? O fato de trancar a faculdade teve algo a ver com isso? 

Sim, teve a ver com o fato de trancar a faculdade. Eu coloquei meu trabalho como prioridade neste primeiro momento da minha carreira, até mesmo por uma questão de horário. 

Meu primeiro programa foi bem tranquilo. Foi com uma pessoa que eu conhecia, então não foi algo que me deixou com medo ou receio. Uma amiga minha fez essa ponte e depois eu comecei a trabalhar sozinha. Mas no início eu recebi ajuda de pessoas que me orientaram. 

Você acha que a profissão de acompanhante dá poder às mulheres? 

Nossa que pergunta polêmica!

Olha acredito que sim. Através da profissão de acompanhante muitas delas conseguem realizar sonhos pessoais, sustentar suas famílias, fazer viagens ou comprar algum imóvel. 

Eu acho que a profissão que te dá potencial para realizar sonhos é uma forma de empoderamento. Mas não estou fazendo uma apologia a prostituição ou a garotas de programa, até porque muitas acabam se perdendo na profissão. Se perdem através de drogas, bebidas, depressão e outros vícios. 

E por que você acha que algumas garotas acabam se perdendo? 

Eu acredito que tudo começa pela exposição. Eu brinco que as pessoas convidam acompanhantes para participar dos melhores momentos da vida delas, ao contrário do que muitos pensam. Na maioria das vezes, nos chamam quando querer curtir, beber e talvez até usar alguma coisa, e é aí que entra a exposição. 

Ficar exposta repetidamente a algo, pode fazer você entrar nesse mundo. Afinal, problemas todo mundo tem, então às vezes as drogas podem servir como uma válvula de escape. 

Como você defende a bandeira do empoderamento feminino no seu dia a dia? 

Procuro direcionar parte dos meus posts nas redes sociais ao público feminino. Falo sobre experiências, compartilho pensamentos e conhecimentos que a minha profissão me trouxe. Bom, eu trago as minhas verdades, afinal nenhuma verdade é absoluta. Cada um tem a sua verdade e muitas seguidoras que me apoiam, dividem as mesmas ideias que eu tenho. 

Na verdade, o público feminino interage até melhor que o masculino. Eu tenho ligações fortes com as minhas seguidoras, e algumas delas até me chamam no privado para contar coisas pessoais e pedir conselhos e sempre que eu posso eu respondo. 

Você atende mulheres? 

A maioria das mulheres que eu atendi estavam em relacionamentos heterossexuais. Algumas chegam até mim com curiosidade, outras porque não estão felizes em seus relacionamentos. Então elas simpatizam comigo, me seguem nas redes sociais e tem a oportunidade de se descobrirem, eu acho bem natural.

Uma cliente que me marcou muito era uma executiva de uns quarenta anos. Ela era linda e fiquei encantada no momento em que abri a porta para recebê-la. Foi bem legal nosso encontro, me senti privilegiada (risos).  

Teve uma outra que estava na faixa dos vinte anos, com um namoro estável de longa data. Ela me procurou por curiosidade e a gente saiu algumas vezes, então não é só os homens que curtem esse mundo (risos). 

Você é bissexual? Você sente tesão em atendimentos com mulheres? 

Não sou bi, só atendo mesmo. Com certeza já senti tesão… na maioria das vezes, na verdade (risos). Uma mulher conhece o corpo da outra, então sabe onde tocar. Sem falar que o beijo da mulher é diferente. Eu gosto muito de atendê-las, me divirto! 

Teve alguns casos de mulheres que vieram até mim porque queriam me contratar para passar uma noite com o casal. Às vezes elas gostam de me conhecer antes e depois me levam de presente, posso dizer assim… (risos). 

Também já aconteceu um caso em que depois que eu atendi o casal, a mulher quis que eu atendesse ela sozinha (risos). Nessa ocasião, eu tive que abordar porque ela não conseguia chegar em mim.

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Além do OnlyFans, quais as novidades que podemos esperar de você em breve? 

O OnlyFans é uma proposta que eu estou trazendo agora no próximo mês. É algo que não tinha me ocorrido até então, trabalhar através desse tipo de mídia, mas acredito que seja o futuro. 

Eu tinha um plano de viajar pelas principais capitais do Brasil, porém com a epidemia do corona meus planos foram por água abaixo. Por isso, assim que as coisas começarem a normalizar eu vou estar viajando. Pretendo ir para o exterior no próximo ano também, o céu é o limite (risos). 

Responda em algumas palavras!

Um escritor: Eu sou romântica, então Chico Buarque 

Uma série: Billions

Seu vinho preferido: Pinnot Noir

Seu maior fetiche: Sexo na praia

Um destino que você queira conhecer: Bora Bora, na Polinésia Francesa

Pretende casar? Sim, em breve (risos)

Balada ou praia? Praia

Gostou da entrevista? Confira o perfil de Lunna LeBlanc no Paradise Girl e outras garotas de programa em Floripa!

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Pedro Albuquerque
Pedro Albuquerque
Fundador do Paradise Girl e consumidor do mercado de garotas de programa a mais de 5 anos. Entrou nesta vida em São Paulo, nas melhores boates e sites do Brasil, e teve experiências no Rio de Janeiro, Campinas, Florianópolis e até mesmo em Santiago, no Chile. Estudou engenharia na UFSC, trabalhou em consultoria de negócios e agora se dedica ao empreendedorismo!

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